
Se conseguir é, apenas o início da dor, o Monozine salta aos olhos alheios como porta de entrada para a apresentação e (des)construção de sujeitos que tiveram no desassossego, físico e mental, o ponto de partida para a realização de obras maiores que mergulhos joviais em piscinas vazias.
Desinteressados de fórmulas e práticas bem sucedidas, apresentaremos de forma não linear e sem preocupação nenhuma com isso, os grandes responsáveis por transcrever e transformar a desgraça em expressão.
baixe agora mesmo a edição zero do veneno
texto by b.abd.
photo by m.assis
2 comentários:
blah!!!
:D
massa. tanto o zine quanto o blog!
que vc tenha forças pra continuar e não desistir no meio do caminho como eu. hahaha
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